A luteína e zeaxantina são os componentes principais da pigmentação macular da retina. Estudos mostram que existe ma relação direta entre aumento do consumo desses carotenóides com o aumento da pigmentação da mácula, prevenindo a degeneração macular relaciomada á idade. Trazemos uma meta-análise publicada na Revista da pigmentação macular.

Lutein, Zeaxanthin and Meso-zeaxanthin Supplementation Associated with Macular Pigment Optical Density

https://pdfs.semanticscholar.org/6198/

Autores: Le Ma, Rong Liu, Jun Hui, Du, Tao, Shan Wu, and Xiao Hong Liu

Revista Nutrients, 2016.

Introdução

A mácula é um ponto ovalado junto ao centro da retina que media a visão central, proporciona a acuidade visual mais acentuada e facilita a melhor discriminação de cores. O pigmento macular (MP) é composto principalmente de carotenóides de xantofilina, incluindo luteína, zeaxantina e meso-zeaxantina. A concentração desses carotenóides na região macular é cerca de 1000 vezes maior que no sangue. Esses carotenóides desempenham um papel fundamental na manutenção e função da mácula e acradita-se que também desempenham papel importante na proteção da retina, eliminando espécies reativas de oxigênio e filtrando a luz azul, envolvida na patogênese de doenças oculares, Assim, MP (pigmento macular) elevado oferece proteção contra o desenvolvimento de muitas doenças da retina, especialmente da degeneração macular relacionada à idade (AMD). Além disso, estudos descobriram que a suplementação com esses carotenóides reverteu parcialmente a perda de função visal em pacientes com AMD (degeneração macular relacionada à idade) precoce elevando a densidade óptica do pigmento macular (MPOD), sugerindo um papel conservador da MPOD (densidade óptica do pigmento macular) para a manutenção da função visual normal. Porém, até o momento a eficácia da suplementação para as diferentes populações estudadas e a dose suplementar permanecem incertas, sendo este o objetivo do presente estudo.

Discussão

Um total de 2456 publicações potencialmente relevantes, foram recperadas para pesquisa dessa meta-análise inicial. Após avaliação, 20 artigos restantes foram elegíveis para inclusão na análise. Esses estudos mostraram que a suplementação de carotennóides aumentou significativamente o nível do pigmento macular (MPOD). Além disso, a suplementação com a combinação desses três carotenóides por mais de 12 meses, em uma dose elevada foi mais efica no aumento da densidade óptica do pigmento macular (MPOD).

Estudos anteriores descobriram que a diminuição do pigmento macular foi relacionada com algumas doenças oclares degenerativas relacionadas à idade. Um estudo de intervenção anterior demonstrou um benefício significativo da suplementação de lteína e zeaxantina no aumento MP para pacientes com AMD precoce. De acordo com esses achados, os resultados do presente estudo mostraram que a suplementação com esses carotenóides aumentou significativamente o nível de pigmentação macular não apenas em pacientes com degeneração macular, mas também em indivíduos saudáveis. Estudos sugeriram que um consumo de luteína e zeaxantina acima de 6-14 mg por dia deve ser considerado para reduzir o risco de doenças oculares. Estudos epidemiológicos indicaram que a ingestão dietíca diária combinada desses carotenóides foi de aproximadamente 2mg por dia em países ocidentais. Portanto, o consumo adicional desses suplementos de carotenóide deve ser garantido.

Esse padrão de distribuição específica desses carotenóides dentro da mácula humana indico que a zeaxarina e a luteína, combinadas podem resultar em maiores melhorias na pigmentação do que na luteína sozinha. Verifico-se ainda que a mistura 1:1:1 de luteína, zeaxantina e meso-zeaxantina é mais eficiente do que qualquer um dos três individualmente. Os resultados desta meta-análise também indicaram que ter meso-azaxantina no suplemento oferece um aumento maior no pigmento ocular do que os suplemento onde este carotenóide está ausente. Portanto, suplementação adicional de meso-zeaxantina deve ser encorajada.

Várias limitações potenciais nessa meta-análise devem ser levadas em consideração. Primeiro, estes estudos incluíram métodos diferentes para a medição do pigmento macular. Em segundo lugar, a maioria dos estudos interveio menos de 2 anos e não está claro se uma maior estratégia de dosagem ao longo do tempo pode estar associada a maior benefício. Em terceiro lugar, os tamanhos de splementação com os carotenóides masculares e pigmentação macular. No entando, todos os estudos inclídos foram considerados de alta qualidade, o que aumenta a confiabilidade dos resultados.

Conclusão

A presente meta-análise, demonstrou benefícios significativos da suplementação de luteína, zeaxantina e meso-zeaxantina no aumento da pigmentação macular em pacientes com degeneração macular relacionada à idade e indivíduos saudáveis. Além disso, essa melhoria foi positivamente associada ao aumento do nível de carotenóides xantofilos no sangue. Como a maioria dos estudos envolveram menos de 12 meses de seguimento, o que limita a avaliação do efeito prolongado desses carotenóides, são necessários mais estudos de maior escala e de longo praxo para examinar os efeitos dos carotenóides da xantofilina na proteção da integridade morfológica e impedimento da progressão da degeneração macular relacionada á idade.


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