Estresse oxidativo e nutrientes no câncer

O estresse oxidativo resulta na formação e acúmulo de espécies reativas de oxigênio no organismo humano, que podem ocasionar disfunção ou apoptose celular. Essa formação de radicais livres representa um processo fisiológico contínuo de mudanças biológicas, que incluem metabolismo e inflamação.

Para manter o equilíbrio entre a formação de radicais livres e sua remoção do organismo humano, o mesmo trabalha com um sistema de defesa chamado “defesa antioxidante” dividido atualmente entre enzimas e grupos não enzimáticos. No grupo dos não enzimáticos estão as vitaminas C e E, ácido lipóico, carotenoides, flavonoides e outros. A presença de radicais livres em larga escala está associada a alterações do metabolismo aeróbico, resposta inflamatória, hipóxia, proliferação celular anômala e infecções virais, sem mencionar o surgimento de tumores associados à infecção pelo papilomavírus humano (HPV).

O estresse oxidativo está diretamente relacionado a diversas pequenas alterações biológicas do organismo humano que, em conjunto, colaboram para o desenvolvimento do câncer e de outras doenças crônicas. Os radicais livres podem ser afetados pela atividade de estresse oxidativo e o fator nuclear, mas também podem ativar ou inibir sua sinalização

Felizmente, descobertas recentes de propriedades antioxidantes e quimioterápicas em compostos naturais tem chamado bastante atenção de pesquisadores. Compostos antioxidantes podem ser considerados como fatores de prevenção contra a persistência do HPV e o desenvolvimento tumoral devido a sua ação atenuante dos danos causados pela atividade dos radicais livres no organismo humano. Além disso, estudos mostraram que a utilização desses compostos, extraídos de plantas como a cúrcuma e resveratrol, podem aumentar ou causar certa sensibilização as células tumorais a tratamentos como rádio ou quimioterapia.

Muitas substâncias podem ser listadas com propriedades antioxidantes, entre elas a vitamina C ou ácido ascórbico. Dados recentes mostram que essa vitamina é capaz de aumentar o efeito
de agentes quimioterápicos sem modificar sua toxicidade para as células normais. Além disso, a vitamina C também exerce efeito direto em relação ao câncer de colo do útero. Um estudo transversal mostrou que a suplementação de vitamina C na dieta alimentar pode reduzir os riscos de CIN (desenvolvimento de células anormais na parte estreita do útero) em mulheres com HPV.

Outra vitamina com capacidade antioxidante e ligação direta com esse tipo de câncer é a vitamina E. Estudos observaram que mulheres com CIN apresentavam baixos níveis séricos dessa vitamina. Outras análises mostraram resultados semelhantes quando pacientes com outros tipos de câncer também apresentavam níveis plasmáticos de vitamina E diminuídos.

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